Plenário da Câmara rejeita PEC do voto impresso por 229 a 218
Para ser aprovada, uma PEC precisava do voto favorável de 308 deputados em dois turnos de votação, além de passar pelo Senado, também em dois turnos.
A adoção do voto impresso, bandeira do presidente Jair Bolsonaro, já havia sido reprovada na comissão especial da Câmara
Em uma derrota ao governo Bolsonaro, a Câmara dos Deputados derrubou nesta terça-feira (10) a PEC (Proposta de emenda à Constituição) que torna obrigatório o voto impresso. Foram 229 votos favoráveis, 218 contrários e uma abstenção. Eram necessários 308 votos favoráveis para que a PEC fosse adiante.
A adoção do voto impresso, bandeira de Jair Bolsonaro (sem partido), já havia sido reprovada na comissão especial da Câmara na quinta-feira (5), por 23 a 11 votos, mas foi encaminhada ao plenário pelo presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL).
O texto original da PEC, de autoria da deputada Bia Kicis (PSL-DF), previa a impressão de cédulas físicas conferidas pelo eleitor independentemente do meio empregado para o registro dos votos em eleições, plebiscitos e referendos. As urnas eletrônicas teriam um dispositivo para imprimir o voto em papel.
Para ser aprovada, uma PEC precisava do voto favorável de 308 deputados em dois turnos de votação, além de passar pelo Senado, também em dois turnos.
Informações R7